Enfurecida
revolvo teu ser
tomo-lhe o membro
puxo-o,
lambo-o,
chupo-o,
quero-o duro,
para pô-lo dentro de mim,
assim, assim...
Apertar-lhe o saco,
espremer-lhe as bolas,
até deixá-las lustrosas,
gostosas...
E chupá-las ambas,
uma
de
cada
vez...
Com carinho,
Abnegação...
Matar minha fúria
com teu esperma,
ao bebê-lo,
ao absorvê-lo
em meu útero...
após tê-lo feito percorrer parte do meu ser,
até tê-lo a escorrer...
E me lambuzarei...
Todo meu corpo esfregarei...
Farei dele
o bálsamo à minha rebentina...
Te foderei
com gana assassina!

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